Mídia inglesa repercute nova profissão de Robinho na prisão em SP; veja vídeo

Jornal se aprofundou no 'novo estilo de vida' do ex-astro do futebol brasileiro na 'penitenciária dos famosos', em Tremembé

24/03/2025 13h27 - Atualizado há 1 semana

No último sábado, dia 22 de março de 2025, Robinho completou um ano de detenção no presídio de Tremembé, em São Paulo, conhecido como ‘presídio dos famosos’. O ex-jogador, condenado a nove anos de prisão por estupro coletivo na Itália em 2013, tem tentado se adaptar à vida atrás das grades, dividindo uma cela de apenas 8 metros quadrados com outros presos de notoriedade.

De acordo com a matéria publicada pelo Daily Mail, Robinho tem se dedicado ao trabalho como eletricista, uma atividade que não só o mantém ocupado, mas que também lhe oferece a possibilidade de redução de sua pena. Relatos indicam que, para cada 12 horas trabalhadas, o ex-jogador pode abater um dia de sua condenação. O brasileiro, que completou recentemente um curso de eletrônica de 600 horas, agora realiza consertos de rádios e televisores para os detentos.

Além de suas responsabilidades como eletricista, o ex-seleção se envolve em atividades recreativas, como partidas de futebol, e participa de um clube de leitura – para desenvolver suas habilidades literárias e sociais. Ele também se dedica ao cultivo de um jardim dentro da penitenciária e completou todos os módulos de um programa de educação para o trabalho e a cidadania, que visam promover a reintegração dos detentos à sociedade.

‘Penitenciária dos famosos’

O ambiente em que o ex-jogador se encontra não é dos mais tranquilos. O presídio abriga mais de 2.500 detentos, incluindo indivíduos com passados criminais severos, como um homem condenado por assassinar a própria filha e outro com uma pena de 98 anos por sequestrar e matar uma adolescente. Atualmente, o astro compartilha a cela com um jovem de 22 anos, que está preso por induzir alguém a cometer suicídio.

O advogado Mario Rosso afirma que o ex-jogador tem se comportado bem na prisão, mantendo um perfil discreto e evitando conflitos. “Ele mantém a cabeça baixa e avança calmamente. Se destaca como prisioneiro exemplar e não teve problemas com outros presos. Mas ele se mantém ocupado”, declara Rosso.

Tinder

Em um aspecto mais curioso da vida no presídio, os detentos desenvolveram uma versão offline do popular aplicativo de namoro Tinder, com a ajuda dos guardas. Essa rede de encontros, que começou em uma penitenciária feminina próxima, permite que os prisioneiros troquem fotos e cartas, proporcionando uma forma inusitada de socialização em um ambiente restritivo.


FONTE: R7
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