25/06/2020 às 08h23min - Atualizada em 25/06/2020 às 08h42min

Escolas de negócios europeias reabrem seus câmpus e dirigentes regressam às aulas

Com a maior parte dos países europeus regressando à normalidade, devido ao controlo da propagação do coronavírus, as Universidades do Velho Continente estão preparando seus planos para o regresso das aulas físicas em setembro, com medidas de segurança que farão parte da nova normalidade.

DINO
http://www.ie.edu
a aula do futuro desenvolvida pela IE BUSINESS SCHOOL Madri

Com a maior parte dos países europeus regressando à normalidade, devido ao controlo da propagação do coronavírus, as Universidades do Velho Continente estão preparando seus planos para o regresso das aulas físicas em setembro, com medidas de segurança que farão parte da nova normalidade.

De acordo com o último relatório da América Economia, entre as principais escolas de negócios européias, 25% de seus estudantes são latino-americanos e parece que aqueles que tenham planejado estudar na Europa o poderão fazer. Escolas como HEC (Paris), Bocconi (Milão) ou LBS (Londres) abrirão seus câmpus em setembro devido à melhoria da situação. Após várias semanas de reabertura social, o vírus continua sob controlo.

Em Espanha, a IE Business School, a escola de negócios da IE University, se tornou na primeira em reabrir suas aulas físicas. Na última semana de junho, as aulas estarão de regresso com estudantes da Educação Executiva e MBA. Os estudantes dessa universidade de Madri vão, no entanto, deparar-se com aulas diferentes daquelas que tinham. Haverá mais espaço entre alunos, câmaras térmicas para controlar a temperatura nos acessos, hidrogel desinfetante e a universidade está realizando testes de Covid-19 aos estudantes, professores e pessoal do câmpus antes do regresso.

Encarando o novo ano letivo, a IE University vai implementar um modelo inovador de liquid learning que vai permitir a formação de modo presencial ou com conexão online nas aulas da instituição de forma simultânea e com a mesma experiência imersiva e excelência acadêmica. Isso irá permitir, como já aconteceu este ano, garantir a formação dos estudantes em qualquer cenário.

"Os formatos híbridos, ou o que na IE University chamamos de ‘Liquid Learning’, chegaram para ficar. O coronavírus acelerou essa transformação da educação, mas o avanço desses modelos de formação se deve sobretudo ao fato de proporcionarem melhores resultados que o ensino presencial tradicional", assinala Santiago Iñiguez, presidente da IE University.

"Flexível, adaptável, intensivo, fácil de usar, até divertido: essas são as caraterísticas do aprendizado líquido, que combina a aprendizado em linha, sincrônico e não sincrônico, com um foco baseado na aula. A vantagem do aprendizado líquido é que pode manter o impulso de aprendizado se adaptando às circunstâncias do aluno. Também permite uma maior interação com outros participantes", acrescenta o presidente da IE School.
Cada ano, várias dezenas de milhares de dirigentes e profissionais latino-americanos frequentam mestrados, MBA e outros ciclos de formação, algo que será possível a partir de 1 de julho quando está previsto que a União Européia comece a abrir suas fronteiras, primeiro as internas e mais tarde a países com a mesma situação epidemiológica.



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