Público passa ma@ em ópera com sangu& real e se#o entre freiras; vídeo

Em um momento, uma das atrizes corta a própria pele e faz um “grelhado” do tecido humano no palco

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Ópera Sancta está causando polêmica Foto: Reprodução/YouTube Staatsoper Stuttgart

Espectadores passaram mal durante uma apresentação da ópera Sancta, na cidade de Stuttgart, sudoeste da Alemanha. De acordo com a mídia alemã, houve um total de 18 intervenções de primeiros socorros, e um médico chegou a ser chamado para atender três pessoas. A apresentação ocorreu no último final de semana. A obra mostra sexo lésbico explícito, nudez e uso de sangue real no palco. Em um momento, uma das atrizes corta a própria pele e faz um “grelhado” do tecido humano no palco. Esta seria uma das cenas que mais impactou o público. A apresentação também incluiu piercing ao vivo, freiras nuas de patins, uma atriz engolindo uma espada em formato de cruz e uma mulher com nanismo vestida com as roupas do papa. O elenco é todo composto por mulheres. A peça tem duração de duas horas e 45 minutos.
sancta-6-848x477.png No site da ópera, há a descrição de conteúdo explícito: – Esta performance retrata atos sexuais explícitos, bem como representações e descrições de violência (sexual). Também apresenta sangue real e sangue cenográfico, processos de perfuração e a inflição de feridas. A performance inclui efeitos estroboscópicos, alto volume e incenso – diz o texto. A obra e propõe a ser uma “crítica à religião e um exame crítico da violência religiosa e social”. – O foco da noite é a espiritualidade e a sexualidade – diz outro trecho da descrição. Quando estreou em Viena, na Áustria, Sancta já havia sido criticada pela igreja. Segundo o teólogo vienense Jan-Heiner Tück, a história da freira que decide se liberar sexualmente é um clichê batido e “uma narrativa um tanto simplista”.
Sancta é uma releitura da ópera Sancta Susanna, montada originalmente em 1922, de autoria do alemão Paul Hindemith. A história é de uma jovem freira chamada Susanna, que está descobrindo a sexualidade.

FONTE: Pleno