09/02/2021 às 12h24min - Atualizada em 09/02/2021 às 12h24min

Dois policiais por dia perdem a vida para à Covid-19 - Capitão Alberto Neto pede prioridade para profissionais da Segurança na vacinação contra Covid-19

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Assessoria
Foto: reprodução
Deputados federais de todo Brasil se uniram em defesa da vida dos profissionais de Segurança Pública. A ação foi encabeçada pelo deputado Capitão Alberto Neto (Republicanos), que reuniu as assinaturas de mais 11 parlamentares. O documento foi encaminhado ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, na última sexta-feira (5/02), e cobra a readequação da categoria no plano de vacinação contra Covid-19. 

Os deputados reconhecem na vacinação o meio mais eficaz de enfrentar a doença no país e garantir a sobrevivência dos profissionais que, mesmo durante o período de isolamento social imposto como medida de enfrentamento à Covid-19, continuam atuando nas ruas. 

A medida já vinha sendo defendida pelo deputado federal Capitão Alberto Neto (Republicanos), que ressalta os dados alarmantes da pandemia no Amazonas. No estado, 35 policiais militares morreram em decorrência da Covid-19 durante o mês de janeiro deste ano. Durante a segunda onda da pandemia que atingiu os amazonenses, os policiais foram importantes para garantir o abastecimento de oxigênio nas unidades hospitalares. 

“Nós entendemos que é necessária uma reavaliação das fases prioritárias do plano de imunização para reconhecer que a Segurança Pública é imprescindível. Os profissionais que estão na linha de frente para combater a criminalidade e garantir o bem de nossa sociedade precisam estar resguardados com a vacina”, enfatizou. 

Plano de Vacinação – O plano de prioridades para receber as doses de imunizante causou revolta na população. A quarta fase prevê que internos do sistema prisional sejam vacinados juntamente com os profissionais da Segurança Pública. “Soou como desprezo e causou extrema indignação, é um verdadeiro desrespeito”, denunciou o deputado. 

Os parlamentares defendem que os policiais, diferente de outros setores da sociedade, não têm a opção de ficarem em casa para e protegerem da pandemia. Ainda que não haja os equipamentos necessários para proteção, os policiais precisam estar nas ruas para transportar e tocar em objetos e pessoas durante o patrulhamento. 

“Devemos destacar que a rotina dos nossos policiais é muito perigosa, eles arriscam suas vidas em defesa da população, exercendo uma atividade que é essencial para a manutenção da lei e da ordem, além de estarem na linha de frente em apoio ao sistema público”, defendeu Capitão Alberto Neto.

Covid-19 – Somente durante o mês de janeiro deste ano, 35 policiais militares perderam a vida em decorrência de complicações da Covid-19. Em média no Amazonas dois policiais por dia estão morrendo por complicações da Covid-19.

No Rio Janeiro não é diferente, mais de 50 policiais morreram vítimas da Covid-19 em Janeiro e cerca de 4 mil militares doram infectados pelo Coronavírus. E essa realidade se estendem a outros estados.

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